Livro do mês: Escola dos sabores

Eu estava a fim de um livro fácil, leve e divertido. Quando chegou no meu email um informativo da Livraria Cultura com promoções e frete grátis. Então achei a Escola dos sabores e comprei. Não errei, era justamente o que eu tinha pensado que era.

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A história é contada de uma forma um pouco diferente: durante as aulas do curso de culinária vamos conhecendo um pouco mais da vida dos alunos e seus dramas. A cada nova receita a professora parece fazer despertar sentimentos nos alunos de uma maneira que nem eles esperavam e ajudando através dos temperos a resolver alguns problemas e conflitos. É uma história deliciosa pra ler numa sentada só e abrir o apetite. Querem ver?

Pequenos artistas

Domingo foi um dia bem especial. A escola em que a Duda faz aula de artes estava comemorando 2 anos com um sarau e exposição dos trabalhos dos alunos. Tudo foi lindamente decorado e organizado para receber os alunos, familiares e amigos, no Azul Anil.

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Convidamos uma amiga da escolinha e fomos curtir a festinha e mostrar o lugar. O local é uma casa no bairro Cidade Baixa, em Porto Alegre, que foi toda transformada em um espaço lúdico para e pelas crianças. As paredes, a lata de lixo e o mural são todos pintados ou com alguma intervenção por parte dos pequenos. As crianças podem explorar diversos tipos de materiais como tintas, canetinhas, lápis de cor, giz pastel, etc.

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Na primeira aula, a Duda já foi entrando e se sentindo em casa, já que lá pode tudo que não pode em casa. Tive até que pedir meu beijo de tchau, porque senão ia sair se lá sem nem me despedir.

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Lá as atividades são bem livres e as crianças decidem com as professoras o que vão fazer no dia. Pode ser papel machê, produzir a própria tinta ou até mesmo a própria massinha de modelar. Nada daquilo de atividade obrigatória pré-estabelecida. A ideia é explorar, desenvolver a criatividade e a motricidade final. Em um ambiente convidativo assim, não tem como ser diferente. Tem até a biblioteca com muitos livros para inspirar.

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As professoras, Alice e Maria Eduarda, estudaram Artes na UFRGS e são super preparadas para lidar com os pequenos e seus instintos artísticos. As atividades  tem a supervisão pedagógica realizada pela Professora Doutora em Educação Susana Rangel Vieira da Cunha. Além das atividades do ateliê infantil, há aulas de artes para bebês, oficinas de música para bebês e oficinas de dança.

A prateleira da minha artista

A prateleira da minha artista

Já que o dia era para explorar e curtir, a Duda e a Laurinha arregaçaram as mangas e fizeram um trabalho em equipe usando os materiais.

foto (23)E o resultado foi uma boneca linda, que elas colaram na parede e ainda montaram um cenário. Trabalho de equipe e muita criatividade.

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E elas estavam pintadas assim, porque teve atividade de camarim, expressão corporal para o parabéns e músicas. A tarde passou voando e as meninas curtiram muito. Neste sábado (6) tem a oficina do ateliê infantil, com atividades de tarde para quem quiser conhecer a escola. Para mais informações dá pra acessar o blog ou a página no Facebook.

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Azul Anil

Rua Olavo Bilac, 721
Contatos: 30290994

azulanil.espacodearte@gmail.com

Desafio culinário para crianças – onde vamos parar???

Estava eu vendo o Discovery Kids com a Duda quando uma propaganda me deixou sem reação. Era um comercial do canal TLC (que adoro ver a Guerra de Cupcakes), onde 50 crianças participavam de um desafio culinário. Pelo que percebi, todas tinham por volta dos 10 anos. Então o apresentador pergunta “vocês estão prontos para cozinhar como campeões?” Ao que todas responderam com um sonoro SIM. Então segue uma sucessão de cenas com crianças nervosas, deixando cair ingredientes (obvio, são crianças) e NERVOSAS. Então pensei: PARA O MUNDO QUE QUERO DESCER!!!!

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Já acho um horror aqueles programas de pequenas misses, muito comuns nos EUA, mas esse me deixou chocada. Desde quando criança é chef de cozinha? Desde quando criança pode cozinhar pratos? Por que fazer crianças competirem na cozinha? O que elas ganham com isso? E a que sempre penso quando vejo crianças fazendo coisas que não são de crianças: CADÊ ESSAS MÃES?!
Até onde sei, criança tem que brincar. E cozinha não é o lugar de brincar pelos diversos riscos que oferece. Eu já me queimei na cozinha e, neste momento, escrevo com o dedo cortado e inflamado. Por que submeter o filho a essa pressão psicológica de ter que fazer um super prato dentro de um tempo limite? Brincar na cozinha é muito diferente disso. É fazer pães de queijo com formato, decorar cupcakes, fazer biscoitinhos, etc…

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Hoje, os pais adiantam tudo: com 5 anos a criança tem que estar lendo e escrevendo, falando inglês, sendo uma bailarina ou craque do futebol. Mas que horas que elas brincam? Nos próximos anos, as brincadeiras diminuem e as responsabilidades aumentam. Existe lição de casa, objetivos a serem atingidos, um instrumento pra aprender a tocar, as regras dos esportes para seguir… Será que os pais não estão sobrecarregando os filhos com tantos “tem que”? Será que eles não estão querendo pular etapas? Será que adianta ser superfluamente em inglês até os 10 anos, mesmo que só aprendam a ler e escrever por volta dos 6, 7 anos? Será que os pais não estão projetando nos filhos suas frustrações?
Para quem se interessou e quer saber do que falo, o programa é Junior Master Chef.

E se dinheiro não existisse?

Começo de ano é época para pensar e refletir sobre a vida para mudar o que não nos agrada ao longo do ano. Espero que gostem.

Maternidade: e as visitas?

Você ou sua amiga passa 9 meses na maior expectativa. Todos em volta ficam curiosos para conhecer o bebê, pegar no colo, ver, visitar, presentear, etc… Eis que chega o grande dia, mas e agora, como proceder? Minha dica pode parecer ranzinza, mas não é, acreditem: não vá ao hospital. Deixem eu contar primeiro minha história para vocês entenderem…

Quando engravidei, estava no meio da faculdade, em um período de transição de turno, com muitas amigas em ambos, frequentava a mesma academia há uns 6 anos (inclusive grávida), tinha amigos do grupo que dançava na época da escola e outros da vida. Parei para pensar que se 1/3 das pessoas que eu conhecesse que estavam acompanhando a minha gestação fosse me visitar no hospital, eu teria sempre alguém dentro do quarto comigo. Então optei por uma escolha radical: proibi visitas. Mas quem pensa que fiquei lá, sozinha, descansando e conhecendo a Duda se engana. Sou meio italiana, meio alemã, o que significa muita gente (e barulhenta). A Maria Eduarda nasceu às 3h10 da manhã, o que significa quer só tive a oportunidade de dormir por volta de 5h. Ao meio dia, fui promovida da sala de pós-parto para meu quarto. O horário de visita começou as 13h30 (se não me engano), mas o movimento começou à 15h. Era gente entrando e saindo, confraternizando (cafeteria pra que, né minha gente?), botando o papo em dia, esperando enquanto eu tomava banho (!), via eu amamentar (detestava isso), pegava ela no colo “só pra uma fotinho”, mesmo que ela estivesse dormindo e nem se incomodava se minha janta ou meu lanche chegava. Primeiro dia vencido (com a última visita saindo mais de 21h30), tive uma noite do cão, com a Duda chorando muito e pouco sono. No dia seguinte, uma nova rodada de familiares e afins. Por volta de 21h, minha médica me ligou para saber como eu estava e comentei que haviam 12 pessoas (contando comigo) dentro do quarto naquele momento. Na hora, ela ligou para o pediatra de plantão e solicitou que eu ganhasse alta junto com a Duda.

Lógico que todos vão na boa vontade, mas nem todos tem bom senso. Independentemente se foi parto normal ou cesárea, a pessoa está se recuperando de uma intervenção cirúrgica. Além disso, a mamãe está em período de loquiação (sangramento após o parto) e é super desagradável não ficar à vontade para se mexer no próprio quarto porque o pijama manchou ou algo parecido, ir ao banheiro ou tomar banho. Particularmente, nunca curti amamentar em público e penso que é um momento íntimo e que, além de tudo, requer tranquilidade e silêncio para não atrapalhar o bebê. E, acima de tudo, a nova mamãe está conhecendo o bebê e ele a ela. É uma fase delicada de adaptação a uma nova rotina e uma nova vida. É cansativo, desgastante e por vezes dá vontade chorar.

Por isso, defendo que o hospital é um momento íntimo dos pais com os filhos. É a hora de esclarecer todas as dúvidas com profissionais especialistas no assunto, tentar descansar e estar prontos para encarar, sozinhos, a nova empreitada em casa. Jamais ficar sozinha no hospital vai ser triste ou ruim porque ali ao lado, na minha, está a coisa mais linda e preciosa do mundo. Se todos já esperaram 9 meses para conhecer o bebê, não custa esperar mais alguns dias.

Para as visitas em casa a mesma coisa: espere. Só tendo um bebê em casa a gente vê se os móveis estão na posição mais fácil, se o berço vai ser a primeira cama e tal. Portante, dê um tempo aos novos pais para se organizarem e criarem uma rotina. SEMPRE antes de ir, pergunte qual o melhor horário e evite ir após as 19h que é quando começa a rotina de banho, mamada, silêncio e sono. Todas as visitas tem que ser RÁPIDAS, pois a mamãe também precisa descansar (por mais que ela diga que não tem problema e que não está cansada). E rápidas quer dizer até no máximo meia hora. Nem preciso dizer que LAVAR AS MÃOS, assim que chegar para a visita – em casa ou no hospital – é imprescindível, né?! ;)

Promoção da Cosac no Dia do Leitor

Ontem, segunda-feira 7, foi Dia do Leitor. Até então, tudo certo. Mas abri meu email e havia um da Cosac Naify informando que alguns livros estavam em promoção e as compras online estavam com frete grátis. Como quem não quer nada, dei uma olhada e acabei fazendo bons negócios.

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Já falei de uma coleção deles aqui e é só dar uma circulada pelo site pra ver que é cheio de coisas legais. Dei de presente para a Duda O livro da Nina para guardar pequenas coisas e na hora ela já saiu fazendo as atividades. Muitos livros de design e artes para crianças e sempre com acabamento e apresentação impecáveis. Vale a pena dar uma conferida, mas se liguem, porque a promoção só vale até o dia 14.

Achadinhos da internet: Santo remédio

ADORO descobrir coisas pela internet. Se estou sem inspiração, fico navegando em sites e procurando ideias. Mas foi sem querer que achei essa lojinha linda (minha vizinha lá no Tanlup): Poesia, um santo remédio!

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As poesias vem em pílulas, literalmente! Dá pra comprar para matar a saudade, pra dor de cotovelo, pra sorrir… Achei lindinho demais. Dá pra comprar no vidrinho de remédio, caixinha, tubo de ensaio. É um remédio pro <3 que certamente não tem contraindicação. ;)

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