Até janeiro deste ano, minha animação favorita era Shrek. Adoro o humor da série do ogro verde que agrada tanto crianças quanto adultos, apesar de ter certeza que os adultos se divertem bem mais. Como a Duda tem três anos e adora um filme e por mais que tenhamos uma coleção enorme de desenhos animados em casa eu já não aguento ver sempre os mesmos, nós vamos seguidamente ver filmes no cinema. Em janeiro o Shrek teve que chegar para o lado no pódio das animações e dividir o primeiro lugar com o Enrolados.

Uma palavra explica muita coisa: Disney. O slogan “we create hapiness” não poderia ser ousado por nenhuma outra empresa. Além das imagens do filme serem maravilhosas (estilo A Bela e a Fera), as músicas são ótimas. Minha filha seguidamente está cantando “eu tenho sim, um sonho sim…” Quem não viu, eu recomendo com estrelinhas. Mesmo pra quem não tem filhos pequenos.

Nunca conheci a história original de Rapunzel, mas me apaixonei por esta da Disney. Um raio de sol cai na Terra e nasce uma flor dourada mágica. Só quem sabe dessa flor é uma velha egoísta, Mamãe Gothel, que a usa para conservar sua juventude. Quando a rainha, grávida, fica doente, todos saem em busca da tal flor. O remédio com ela feito salva a rainha e nasce uma menina loira. Gothel descobre que os cabelos da mina são mágicos e ao cortar uma mecha eles perdem os poderes e ficam castanhos. Então, ela sequestra a menina. O rei e a rainha soltam, todos os anos no dia do aniversário da princesa, lanternas aos céus para que as luzes guiem Rapunzel de volta.

Seguindo o modelo de Shrek, o príncipe está longe de ser um príncipe. Ele é um ladrão convencido que acaba conhecendo Rapunzel quando fugia dos guardas do palácio justamente por ter roubado a coroa da princesa perdida. Não vou contar mais da história para não perder a graça. A única ressalva que faço é em relação a dublagem. Enquanto a atriz que dublou Rapunzel deu um show, o mesmo não se pode dizer do personagem Flynn Ryder, dublado por Luciano Huk. Se o filme não fosse tão bom, a dublagem com falta de atuação comprometeria o resultado final. Como as cenas são LINDAS e a história é meiga, a falta de prática de Huk passa um pouco despercebida. Ah! E minha cena favorita do filme é essa daqui:

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