Se tem uma coisa que eu não curto é sair falando do que não sei. Por vários motivos, mas especialmente porque parecemos macacos treinados que só repetem as coisas e corre-se o grande risco de falar besteira. Toda essa introdução self-promotion para comentar sobre a dica de filme da semana. (sim, vejo poucos filmes por isso essa sessão fica meio esquecida por aqui, mas em compensação capricho nas leituras, né?!)

Quem me segue no twitter, me vigia lá ou se contenta com o roll ali do lado, deve saber que eu andava numa “overdose Chanel”. Li na Veja uma reportagem sobre dois lançamentos de livros a respeito da vida da mademoiselle Chanel, um dos maiores ícones da moda mundial, e fiquei curiosa. Na minha última – e fatídica – passada pela Livraria Cultura saí com um exemplar de O segredo do Chanel N°5, já que imaginei reunir boas ideias de marketing, uma vez que este perfume é um sucesso desde os anos 1920. Mas, este é assunto para o próximo post (lamento para quem não gosta, mas vou compartilhar a overdose Chanel). Nunca havia lido nada sobre a vida dessa estilista e achei bastante interessante – vou chegar no filme, prometo! – já que haviam diversos fatos que eu desconhecia completamente, como ela ter sido cantora de cabaré no interior da França. Então, resolvi mergulhar de cabeça na personagem e ver o filme Coco antes de Chanel (eu disse que ia chegar).

O filme retrata justamente os primeiros anos de Gabrielle “Coco” Chanel, inclusive a origem do apelido que acabou virando praticamente seu nome. Do abandono do pai após a morte da mãe, sua infância no convento de Aubazine até a morte do seu primeiro grande amor, Boy Capel, o filme mostra a conturbada história de um dos maiores ícones de sofisticação e luxo até hoje. Achei bem interessante ver com um pouco mais de profundidade algumas situações que são contadas por cima no livro. Para quem gosta de moda eu recomendo muito, já que dá para perceber justamente o tamanho da “revolução Chanel” na maneira de se vestir das mulheres. Particularmente achei “ela”, ou a atuação de Audrey Tautou, um pouco insossa e não acredito que na vida real ela tenha sido tão apática. São impressões minhas, mas gostaria de saber o que vocês acharam. Aqui embaixo o trailer do filme:

Ah! E sigo sem ser uma especialista em moda, mas já não sou uma completa ignorante em relação a Chanel e suas influências e origens. 😉 Quem ficou curioso sobre o outro livro que falei, olha nesse post aqui.

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