Se estivesse viva, Frida Kahlo completaria hoje 105 anos. Nascida em Coyoacán, México, ela ficou conhecida – primeiramente – por ser a esposa do famoso muralista Diego Rivera.

Filha de um fotógrafo, aos seis anos de idade contraiu poliomielite e teve que permanecer na cama por meses. A doença deixou sequelas: um pé direito que a incomodaria ao longo de toda a vida. Porém, para recuperar a perna doente, a pequena Frida teve que aderir aos esportes e se tornou extremamente ativa. Aos 18, enquanto voltava da escola, seu ônibus escolar se chocou com um trem e uma barra de ferro atravessou suas costas, saindo pela vagina. Ela passou meses no hospital e encarou diversas cirurgias. Sem poder sair da cama, ela usou por muito tempo coletes de gesso para firmar a coluna então partida. Foi nesta época que ela começou a pintar, ainda sem pretensão.

Depois de recuperada, conheceu o muralista e se apaixonou por ele. Frida tinha 22 anos quando se casou com Rivera, com então mais de 40. Ele o apresentou a importantes pessoas e a ajudou a encontrar sua forma peculiar de pintar, sem nunca interferir na mesma.

Sua vida pessoal foi marcada por problemas de saúde e conflitos emocionais com o marido, um reconhecido mulherengo. Seus quadros retratam de forma única emoções e sentimentos e são mais carregados de mensagens do que imaginamos. Frida foi vencida pelos incontáveis problemas decorrentes do seu acidente e passou por inúmeras cirurgias e todo tipo de colete para tentar contornar os problemas. Morreu em 13 de junho de 1654. Atualmente, sua casa azul é um museu, com todos seus pertences expostos para os visitantes conhecerem um pouco mais sobre o seu universo.

Atualmente estou lendo sua biografia (já, já vem para cá a resenha), mas estou com o filme sobre sua vida lá em casa para assistir. Salma Hayek  estrelou o filme de 2002. Quem quiser conhecer um pouco mais da obra dela, pode consultar o todo-poderoso Google. 😉

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