Esses dias estava vendo televisão de noite, por um desses milagres do universo, e vi uma propaganda de um suplemento para crianças em que a mãe dizia “ele só quer comer macarrão, mas me preocupo com a nutrição dele” (ou algo que o valha). Fiquei chocada como uma peça dessas foi aprovada e escrevi no meu twitter esta frase e ao lado meu comentário “é falta de laço”. Tudo bem, bater na criança não a faz comer direito, mas muito menos é produtivo e educativo dar suplementos porque a criança só come o que quer – que na maioria dos casos são alimentos com pouco ou nenhum valor nutricional.

Cabe EXCLUSIVAMENTE aos pais ensinar os filhos a comer de tudo, inclusive frutas e verduras. É de pequeno que se pega o gosto por essas coisas e estou falando com conhecimento de causa: minha filha, de 4 anos, adora cebola crua, pepino em conserva, brócolis cozido e até mesmo azeitona, além de não tomar refrigerante. Sempre comi e gosto de salada, mas brócolis, por exemplo, não é algo que eu coma toda hora, portanto, foi algo que eu ENSINEI e ACOSTUMEI ela. Depois do “Sermão da Ju” (tem pais que me dão nos nervos e dá vontade de dar neles, mas enfim), eu procurei no oráculo do universo, vulgo Google, imagens para ilustrar e ajudar quem enfrenta uma batalha na hora da alimentação. Tudo isso motivado pela péssima propaganda e por esta primeira imagem que compartilhei no Facebook sugerindo uma maneira lúdica de fazer o filho comer frutas:

Outra opção para o lanche da tarde com frutas:

A centopeia foi feita com salsicha, mas eu faria com cenoura. E que criança resiste a brincadeira “vamos ver quem come mais rápido as pernas dela?”

Partindo do lema “se não pode vencê-lo, junte-se a ele”, que tal deixar a pau-pra-toda-obra miojo mais divertida e saudável?

Mais algumas ideias para pais desesperados:

Espero ter ajudado! 😉

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